22 nov 2018 às 4:28 pm

Polícia prende homem após roubar fios de telefonia do SAMU pela 2ª vez só essa semana em Sousa

Pela segunda vez somente essa semana, roubos de cabos de cobre que fazem parte da rede de telefonia suspendeu as ligações para o número 192 do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Regional da cidade de Sousa, Sertão do estado.

Durante a madrugada desta quinta-feira (21), a fiação dos telefones dos postes foram furtadas novamente, e um jovem acabou preso em flagrante.

A prisão foi feita pela guarnição dos sargentos Getúlio e Samuel, cabo G. Mendes e Cabo Mathias.

Segundo os militares, o suspeito é da cidade de São Francisco, na região de Sousa, e mora atualmente no bairro Frei Damião. Ele foi encaminhado juntamente com a fiação apreendida para a delegacia e após serem adotadas as medidas pertinentes ao caso, será conduzido para a Colônia Penal Agrícola.

Novamente, o SAMU informou o problema e encaminhado para a operadora de telefonia solucionar o quanto antes, para não prejudicar os atendimentos realizados em Sousa e região. Por esse motivo, a população de Sousa e região não consegue entrar em contato através do número 192.

Alguns comércios e residências também foram afetados com o problema.

Como solicitar atendimento?
As pessoas que precisarem de atendimento de urgência, liguem para o número 193 do Corpo de Bombeiros, que os militares passarão as solicitações de atendimento para o SAMU, ou então, ligassem para os números:

9 – 9385-9766 (claro)
9 – 9610-5148 (tim)
9 – 8149-4692 (vivo)

É CRIME!

Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte.

Outra forma mais gravosa de receptação, conhecida pelo Código Penal Brasileiro como Receptação Qualificada, que pode ser definida pelo fato do infrator adquirir, receber, transportar, conduzir, ocultar, ter em depósito, desmontar, montar, remontar, vender, expor à venda, ou de qualquer forma utilizar, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, coisa que deve saber ser produto de crime. Ocasiona ao infrator pena de reclusão, de um a quatro anos e multa.

Fonte: Diário do Sertão

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